segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Mas você não vê. Não vê, não enxerga, não sente. Não sente porque não me faz sentir, não enxerga porque não quer. O homem louco que sempre fui por você, e que mesmo tão cheio de defeitos sempre foi seu. Sempre fui só seu. Sempre quis ser só seu. Sempre te quis só minha. E você, cega de orgulho bobo, surda de estupidez, nunca notou. Nunca notou que homens como eu não são fáceis de se ter; são difíceis de cultivar. Você precisa sempre cuidar, mas que mulheres que gostam de praticidade não conseguem. Mulheres que gostam das coisas simples. Eu não sou simples, nunca fui. Mas sempre quis ser seu. Você é que não soube cuidar. E nessa de cuidar, vou cuidar de mim. De mim, do meu coração e dessa minha mania de amar demais, de querer demais, de esperar demais. Dessa minha mania tão boba de amar errado.

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